A ®edação

O Coritiba está muito próximo de fechar um novo contrato de patrocínio do seu estádio, na modalidade conhecida como ‘naming rights’. Os detalhes da negociação vazaram após uma entrevista de uma das partes em um programa de televisão.

Durante o programa Corujão do Esporte, da rede Globo, o cantor Erasmo Carlos adiantou a campanha de marketing que irá tomar conta de Curitiba, do Paraná e do Brasil nas próximas semanas. Em uma ‘sacada’ de marketing viral, o cantor antecipou o futuro slogan: “Vai lá no Erasmo Carlos, o Tremendão”, garantindo zoação espontânea mídia espontânea para o verdinho.

Após naming rights, Erasmo Carlos anunciou que vai retirar de seu repertório a música "Jonny furacão"

A equipe deste isonômico blog apurou que as negociações foram duras, envolvendo ainda outros possíveis patrocinadores de segmentos variados como papel higiênico, desinfetantes de uréia, bancos com dívidas a receber do Coritiba e outros segmentos ligados à vida do clube. “Optamos por Tremendão, pois assim já adiantamos o futuro do estádio” comentou Vilson Ribeiro de Andrade, o VRA, presidente do clube e cantor nas horas vagas, apontado por muitos como o ‘Alex’ da Jovem Guarda.

Além do estádio, outros patrimônios do clube receberão novos nomes. O estacionamento do estádio passará a se chamar ‘Calhambeque Bi-bi’, Tcheco será apelidado como “Terrível’, Girl, a cadela, será ‘Gatinha Manhosa’, o Green Hell virará ‘Festa de Arromba’ e a campanha para o novo estádio será batizada como ‘Pega na Mentira’ . Tudo em homenagem ao novo garoto propaganda. “Pode vir quente que estamos fervendo”, comemora VRA.

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A ação inovadora do departamento de marketing do Verdão continua o planejamento de marketing cultural iniciado em 2009. Naquele ano, o alviverde exibiu os nomes da dupla sertaneja Maria Cecilia e Rodolfo como patrocinadora master dos calções, foi alvo de chacota  anunciou e depois cancelou os shows da cantora Claudia Leite e do grupo Skank em troca de nada patrocínio master de camisa e  anunciou por fim o espetáculo artístico cultural da banda 100% Paraíba.

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A redação

Recorde mundial de vitórias seguidas, marca registrada e que dificilmente será batida no livro dos recordes. O ano de 2011 foi realmente glorioso para o Coritiba. Mas o ano de 2012 poderia ser melhor? Ao que tudo indica, sim. A torcida coxa branca mostrou que é referência para o mundo e inspirou outra torcida, do time egípcio (e também alviverde) Al-Masry, a promover um espetáculo inesquecível no mundo do futebol.

Escudo que remete a Alemanha nazista e cores verde e branca: time egípcio tem muitas semelhanças com o Coritiba

“Estamos muito orgulhosos com esta homenagem e pretendemos estender nossos laços de amizade com o time egípcio, quem sabe até promovendo um intercâmbio de informações sobre armamento rústico, táticas de guerrilha e outros pontos de grande importância” – destaca Vilson Ribeiro, presidente do Coritiba. Quando questionado se tinha medo do “aprendiz superar o mestre”, o presidente respondeu politicamente: “Só vamos saber se um dia sairmos na mão com eles (risos)”.

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E a diretoria do Coritiba realmente se mostrou disposta a criar uma parceria com o Al-Masry. Já está nos planos do verdão um amistoso contra o time egípcio. O clássico já tem até nome: “Terceira Guerra Mundial”. Para a eventualidade do jogo realmente acontecer, o exército americano já estuda quantas ogivas serão necessárias pra manter a paz e a segurança no estádio Couto Pereira. A parceria entre os times também prevê a colaboração de Vilsej Hibeiroaj, arquiteto das pirâmides e vice-presidente do Al-Masry, no projeto do Novo Couto, que terá uma vida útil de mais de 5 mil anos e poderá receber o corpo embalsamado do Faraó Evangelino Neves. Por fim, o presidente do Coritiba se mostrou solidário aos egípcios ao oferecer o estádio Couto Pereira pra eles mandarem seus jogos caso sejam punidos, o que fatalmente deve acontecer já que o promotor do caso é o renomado Poddlejad Schmidteh.

A redação

Nem a virada do ano foi o suficiente pra parar as sucessivas vergonhas impostas pelo Atlético ao futebol do estado. Após empurrar goela abaixo dos cidadãos paranaenses a construção de seu estádio com o dinheiro público, o Atlético agora conta com o apoio da Federação Paranaense de Futebol para consolidar suas falcatruas. O clube da Baixada escolheu o Majestoso Couto Pereira para mandar os seus jogos durante as reformas ilegais do estádio atleticano e, diante da óbvia negativa da diretoria alviverde – que não aceita, nunca aceitou e jamais aceitará torcedores civilizados freqüentando o Couto Pereira – recorreu à suja e rasteira entidade máxima do futebol do estado para alcançar seus objetivos.

Couto Pereira: antes, palco de horror e sanguinolência. Agora será vergonhosamente local de manifestações de uma torcida que grita pelo seu time

“Eu não acredito no ofício que recebi até agora!” – afirma o presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro – “Nós cuidamos do nosso estádio com tanto carinho… Reformamos tudo, instalamos cadeiras facilmente quebráveis pra ajudar nossos torcedores marginais, investimos nossa urina durante anos nas paredes do Couto pra chegar a Federação e nos obrigar a alugar o Couto por apenas 30 mil reais por jogo. 30 mil reais é o que ganha por hora o porteiro da casa do roupeiro do time sub-18 do Coritiba. Só com a receita de 0,0005% dos nossos sócios, já ganhamos, por dia, 10 vezes mais do que isso.” – protesta.

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A torcida do Coritiba também ficou na bronca com a Federação e promete uma mega mobilização para protestar. Mais de 2 bilhões de pessoas (32% do número de sócios do Coritiba, aproximadamente) estarão no Couto Pereira pra dar um mega abraço no estádio. Com o total de pessoas que estarão lá, estima-se que o abraço dará 49 voltas ao redor do universo inteiro, e entrará para o Guinness como “Maior abraço coletivo em uma estrutura comprometida pelo tempo e pela ação de bactérias urinárias do universo”. O Coritiba, ainda, entrará na justiça pra tentar retomar o Couto Pereira. Como principal argumento, a defesa do Coritiba usará o fato de que quem tem que emprestar a Arena pro Coritiba é o Atlético, já que no fim das contas é o Novo Couto que será o estádio da Copa.

A redação

O desespero finalmente tomou conta dos atleticanos. Não bastasse a falta de criatividade da torcida que trouxe o Mosaico – chupinhado das torcidas européias – os rubro-negros enviaram nesta semana mensagens clichê de incentivo ao time: esforço obviamente inútil, visto que o Atlético necessita de uma combinação duríssima de resultados para escapar da segundona, incluindo ganhar da máquina alviverde que disputa a última vaga pra libertadores para entrar mais uma vez no torneio continental onde já fez memoráveis campanhas.

Torcida com cachecois - mais um clichê rubro-negro

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Dentre as frases dos torcedores, a Gazeta separou as mais risíveis e ridiculamente clichês: “Atlético! Atlético! Conhecemos teu valor!”– diz um torcedor no limite do clichê, escrevendo linhas do hino do Atlético, sem mostrar a mesma criatividade que o torcedor alviverde que cria um hino por ano para não cair na rotina. Outro torcedor diz ainda “Vamos, furacão! Viemos pra vencer, por Deus, pela pátria, pelo Atlético até morrer!”, claramente sem se espelhar na escola coxa-branca de criação de músicas não-clichê, que incluem letras criativas como “Coritiba yeah, Coritiba yeah yeah yeah!” e “Co-xa! Co-xa doi-do!”.

Não bastasse esse papelão, o Atlético planeja ainda mais clichês para a rodada final em seu estádio. A torcida promete comparecer em peso e apoiar o time com gritos, cantando o hino (sempre ele) e agitando bandeiras, numa demonstração de como se torcer de maneira antiquada. Enquanto isso, a torcida do Coritiba já organiza uma criativa festa para o jogo contra o Avaí, com direito a pisca-pisca (inovação criada pela torcida do Coritiba), papel higiênico na entrada do adversário, invasão do gramado com pedaços de pau e outros objetos inanimados para atirar na polícia militar.

(Esta matéria é uma homenagem mais do que explícita ao jornal que reclama dos clichês, mas não perde uma oportunidade de escrever suas já manjadas matérias sobre o Investidor Estrangeiro que está pra construir o estádio do Coritiba desde 1900 antes de Cristo no terreno do Pinheirão. Um dia, quem sabe, vocês parem com os seus próprios chavões. Até lá, o blog continua – e algo me diz que ele continuará até mesmo depois que a Arena já estiver completa e o Couto apodrecendo ainda sem o terceiro anel completo, pois definitivamente em matéria de clichês vocês são campeões e podem falar com propriedade.)

O Investidor é nosso

Novembro 11, 2011

Professor Zê

Já dizia aquela música:

“A taça do mundo é nossa
Com brasileiro não há quem possa”

Se eu fosse dado a esse lado mais carnavalesco do esporte bretão, sairia pelas ruas entoando nova marcha:

“O investidor é nosso
Com brasileiro não há quem possa
E-eta chance de ouro
A Petrobrás é nosso tesouro”

É certo que os investidores estrangeiros parecem andar um tanto ressabiados com as constantes atitudes danosas protagonizadas pelos homens fortes da Baixada. Mas trapaças e armadilhas não desencorajam o cidadão de bem. São obstáculos que o fortalecem, aliás. De nada adiantou interesses repentinos e obscuros aliarem Cury, rubro-negros e demais detratores do estado contra o verdadeiro projeto da Copa no Paraná. Aqueles que pensam no Brasil, que pensam no nosso estado não desistem nunca de honrar nosso sacrossanto IPTU.

Assim é que a nacionalíssima Petrobrás assumiu a postura de gente grande que tanto esperamos de nossas instituições e autoridades: um novo Monumental será erguido. Avizinhado com a REPAR, seus jogos prometem ser explosivos como nunca. Terá tantos anéis que não demorarão para chamá-lo de Saturnão. Ecologicamente correto, terá fosso com sistema de reaproveitamento de papéis lançados. O método manual de pegá-los de volta está com os dias contados! E passarinhos verdes andam contando que as parcerias desse projeto serão capazes de transformar a área do Couto em um novo Hospital de ponta e no primeiro grande centro especializado em lipoaspiração ocular – demanda bastante alta nos arredores do bairro. Toda essa parafernália será resguardada por um cinturão de sobrados que movimentará a economia do Coritiba nesses novos tempos, mostrando que quem é verdadeiramente empreendedor anda com as próprias pernas. Um verdadeiro legado para nossa capital! Por isso, falemos de coisas boas hoje.

Vou contar uma agora que é do tempo em que se só se tomava refrigerante em dia de aniversário. Do tempo em que só coxas verdadeiramente brancas eram permitidas no – naquela época chamado – escrete do Coritiba. Criança peralta e ousada que era, queria desbravar o mundo. Aos quatro anos, pedi um atlas para meu pai. Não pude receber. Aos seis, meu melhor amigo era um globo terrestre da maior qualidade, mimo de Evangelino, um padrinho mais afastado. Aos nove, estimulado por tantas maravilhas geográficas, insisti para meu pai em viajar para conhecer novos lugares. Foi então que começou a aventura que chamávamos de “Excursão dos Pessoas”!

Na primeira e mais marcante aventura, fomos conhecer a unidade de processamento de Xisto da Petrobrás, em São Mateus do Sul. Em uma visita monitorada, víamos, maravilhados, a grandeza de que o brasileiro – e o paranaense – é capaz. Minhas pernas eram ainda miúdas. Segurava meu irmão pela mão – recordo-me dele, ainda pitoco, ficando até com torcicolo de tanto olhar para cima! Eu pouco entendia o que o moço falava. Mas lembro de sua fala rápida, de suas bochechas grandes, rosadas, suando. No final, no entanto, uma frase me marcou: “Petrobrás tem o toque de Midas: onde encosta o dedo, faz ouro.” Eu, que tinha acabado de aprender sobre Midas arregalei os olhos. No que viu meu espanto, continuou. “Sabe por quê?” Ele olhou bem nos meus olhos e falou: “Só brasileiro para tratar brasileiro com isonomia!” Frases que até hoje trago em meu peito. E que, na conjuntura de nosso futebol, soam até como profecia!

Pois é. Por meio de meu glorioso globo terrestre e da “Excursão dos Pessoas” formei grande parte de meu caráter.

Aprendi a amar as viagens – seja para “o estrangeiro”, seja para a acolhedora Joinville – tão presentes em minha rotina quase nômade. Todavia, aprendi, também, a amar o que é da nossa terra. Dessa forma, por vezes fico a pensar que Evangelino, aquele meu padrinho distante, foi quem me iniciou na vida, mesmo sem saber. Padrinho cujo registro final, infelizmente, é de um tristonho choro nesse milênio trágico para o futebol local. Mas falemos de coisas boas, conforme prometido! Hoje, folgo em saber que Evangelino celebra mais essa conquista histórica lá do alvo céu. E suas lágrimas de alegria são tão salgadas quanto o venerável suor que pinga das paredes do monumental Couto Pereira: ponto de partida dessa guinada rumo à vitória. vitória nossa, do Estado do Paraná.

(Professor Zê é Bicho do Paraná.  Nasceu bebendo leitE quentE, passou a adolescência comendo vina e levando seu penal para todo lugar, pois nunca deixou de estudar. Hoje, consolidado em sua área, carrega suas origens como uma mãe zelosa cuida de seu filho. Catedrático bem conhecido em todo o perímetro paranaense, apaixonado pelo contexto esportivo local e pelas cores da bandeira de nosso estado, faz questão de levar nossos grandes nomes e cânones em suas constantes palestras internacionais).

A redação

Uma notícia pegou de surpresa os fãs da boa música nesta quinta-feira. Durante o show da dupla Zezé di Camargo & Luciano em Curitiba, os cantores anunciaram sua separação. O motivo? A Arena da Baixada.

“Viemos tocar em Curitiba achando que ainda era uma cidade ordeira e honesta, mas depois de ver a construção de um estádio com uso do dinheiro do IPTU do povo, me recuso a cantar neste lugar” – disse Zezé, cantor de origem humilde. O coadjuvante Luciano não concordou com a postura do irmão, no entanto, e os dois tiveram uma desavença que levou ao fim da dupla. “Eu acho que devíamos cantar sim, independente dessa cidade estar corrompida pela massa podre vermelha e preta. Isso por que temos que pensar em termos de divulgação, e acho que um show aqui seria um bom chamariz pra, quem sabe, tocarmos no bicentenário do Coritiba, ao lado da banda 100% Paraíba. Se metade dos sócios do coxa forem assistir, nós estamos com a aposentaria garantida.” – sentenciou o dublê.

Zezé e Luciano após show em parceria com AC/DC no centenário do Coritiba, em 2009

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A dupla, porém, não descarta um retorno aos palcos juntos, num possível show de inauguração do novo CT do verdão. Dentre os sucessos da dupla no possível set list desse show estariam as músicas “É o amor” (composta em homenagem ao investidor secreto que ama o Coritiba e irá construir um estádio pro time de graça), “Vem cuidar de mim” (música criada em homenagem ao suplício do Couto Pereira, que está em vias de desabar), “Saudade bandida” (composta pelos cantores em homenagem ao verdão, na reta final do brasileirão 2009, quando o Coritiba já estava sentindo falta de jogar na série B), “Pare!” (escrita em homenagem a um torcedor mais atento percebeu que o papel estava sendo jogado na entrada da Portuguesa) e “Passou da conta” (criada especialmente para denunciar a maracutaia do Atlético, que está estourando o orçamento municipal na construção do seu estádio. O single já vendeu mais de um milhão de cópias em poucos dias).

Leonardo Mente Júnior

“O Coritiba precisaria sair de um ativo de R$ 150 milhões para R$ 400 milhões de receita anual. Se não for assim, não interessa”.

Impressionante e polêmica a declaração do vice-presidente do Coritiba, Vilsaço Carai de Aço ao jornalista Leonardo Mente Junior, ao se esquivar de perguntas sobre o novo estádio, que a diretoria do Clube estaria negociando com um investidor estrangeiro.

Nossa produção conseguiu rápida entrevista com o mandatário nazi-verde (na sala de embarque do Aeroporto Afonso Pena, antes de embarcar à Turquia para repatriar o ídolo Alex), para que explicasse a fórmula pela qual a receita do clube aumentará 175% com o auxílio do investidor estrangeiro.

LMJ: Vilsão, por favor, esclareça à noss… digo, torcida do verdão a engenharia financeira ajustada com o investidor estrangeiro.
Vilsão: É simples. Faremos muito dinheiro. Nosso investidor não deseja revelar o segredo, mas posso adiantar que será uma revolução no mundo da macro-micro-média-economia-financeira-aplicada.

LMJ: E por revolução, o Sr. quer dizer…
Vilsão: Revolução, mesmo… coisa nova, inédita, entendeu?

LMJ: Para ser franco, ainda não…
Vilsão: Bem, em poucas palavras e sem revelar detalhes, só posso dizer que contratamos John Forbes Nash (interpretado por Russel Crowe no filme Uma Mente Brilhante), para aplicar sua Teoria do Equilibrium no futebol. Aos 83 anos, ele ainda tem o CÉLEBRO de um piá universitário andando de Ligeirinho.

LMJ: Conte mais, conte mais…
Vilsão: John Nash nos procurou na segunda-feira após o nosso mais recente rebaixamento, quando a PM invadiu o Tremendão e tentou matar a torcida que nunca abandona. Ele disse que aquela situação era tão caótica, que poderia servir para sua tese de pós-doutorado-plus na universidade de Washington-Princeton, Alabama, HWAII5.0.

LMJ: Mas o Coxa deve ter ficado surpreso com o interesse de um ganhador do Prêmio Nobel…
Vilsão: Sem querer desmerecer o Nash, que é um gênio, mas ele era o nosso plano C.

LMJ: Como assim? Quem eram Plano A e Plano B?
Vilsão: Todos sabem que negociamos com o Petraglia a Arena ATLE-tiba… bem, eu prefiro chamar de Arena CORI-ético…. é melhor para o marketing…. mas voltando ao assunto, a torcida do Atrético não aceitou e congelamos as tratativas. O plano B, cujo nome não posso revelar em virtude de recente falecimento, não pôde prosseguir por conta de um câncer de pâncreas. Mas era um gênio da informática.

LMJ: E quanto ao novo estádio, se Grêmio, Palmeiras e Inter-RS, times grandes, tiveram de se render às construtoras, dividindo grande parte das receitas dos novos estádios, qual a mágica utilizada pelo Coritiba para ficar com praticamente toda a receita?
Vilsão (já embarcando no vôo 171 da Emirates): Foi simples, Léo. Dissemos um sonoro NÃO, coisa que os ditos times grandes não tiveram a coragem de fazer…. eles também não têm coragem de matar PM’s, nem de ir aos jogos no Couto, com medo da arquibancada ceder…. Enfim, ser coxa-branca é, como diz nosso ídolo Ricky Martin: Living la vida loca.

A redação

O Coritiba mais uma vez mostrou estar na vanguarda do futebol canarinho e, em tempo recorde, fechou uma parceria com um investidor de Las Vegas, que levantou o novo Couto na surdina da noite e liberou o estádio já para o jogo contra o Bahia. Agora, além de um estádio apto a receber jogos da Copa do Mundo, o Coritiba ainda tem um moderno Cassino, que contará com outros jogos interativos como bingo e roleta pros seu quadro associativo, que tem média de idade de aproximadamente 90 anos.

Novo Couto possui espaço exclusivo para realização de jogos de azar, dentre os quais poker, caça-níquel, boca do palhaço e arremesso de celulose

O presidente da FPTVT (Federação Paranaense de Truco Valendo o Toba), Vilson Cê Chama a Bulança, disse que a parceria além de inovadora trará benefícios para toda a sociedade judaico-cristã curitibana. “Agora que o Atlético vai desapropriar a praça onde a Federação realizava seus campeonatos de truco, só nos restará o Couto Pereira como salvaguarda. Eu e meu parceiro de truco, Barnabé, agradecemos ao Coritiba pelo novo espaço.” – disse emocionado. “Nós temos orgulho por nunca termos pedido nada pra ninguém pra realizar nossos torneios. Mas também, nunca tivemos porra nenhuma além de um centro de treinamento de truco no meio da favela e a pracinha com mesas que tremem o tempo inteiro e que fedem a mijo. Agora teremos um lugar adequado para realizarmos os campeonatos.” – finalizou.

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Apesar da empolgação dos membros da FPTVT, o novo Couto já está sendo desmontado pois Paulo Rink rapelou a banca e as ferragens estão sendo vendidas para saldar a dívida com o ex-dirigente rubro-negro.

A redação

Enquanto na Arena meia dúzia de pedreiros desqualificados fazem um buraco no chão, o Coritiba dá um salto adiante na briga pela Copa 2014 . O sonho do novo estádio coxa-branca finalmente saiu do papel: na véspera do aniversário de 102 anos do maior clube do estado, a diretoria alviverde apresentou novos desenhos do projeto do Couto todos produzidos em softwares computacionais.

Estádio a ser usado na série A - Com as colunas em formato de "V", de Vilson Ribeiro

Estádio para jogos na série B - Será construída no lugar do Pinheirão, que foi comprado por R$ 1,45

Arena dos juniores - Multicolorida e preparando a nova geração de Alexes do verdão

“Com o nosso projeto saindo do papel para o software, ganhamos de dois lados: estamos agora mais próximos que o time lá de baixo de finalizar o estádio e economizamos papel pra jogar na entrada do adversário.” – diz o  presidente Vilson Ribeiro.

O Coritiba ainda inovou apresentando não só um, mas 3 projetos diferentes no mesmo dia. A quantidade tem explicação: um investidor estrangeiro pretende construir 3 arenas pro Coritiba, totalmente com dinheiro próprio, sem financiamento do governo e sem custos imediatos para o verdão – “Cobraremos apenas 1% do que for faturado na bilheteria, o que ia render aproximadamente 100 bilhões de libras por rodada, já que o Coritiba tem um quadro associativo de aproximadamente 1,5 bilhão de torcedores só em Curitiba” – diz o investidor que chamaremos apenas de V.Ribeiro de A. para ocultar sua identidade.

Cada um destes 3 estádios teria uma função. Um deles daria suporte aos jogos da equipe quando estiverem na série A. Este estádio possuiria sistema de segurança similar a de presídios de segurança máxima, com bloqueio de celular, cães farejadores, atiradores de elite, telas de arame farpado e arquibancadas de isopor para evitar que os torcedores consigam lesionar policiais com seus destroços. O estádio ainda teria um palco nos fundos reservado para os futuros shows do bicentenário do Coritiba, com Skank e Cláudia Leite (compre seus ingressos clicando aqui). O estádio seria chamado Alexsandro, em homenagem ao maior ídolo da história do clube.

Outro estádio seria para os jogos da equipe na série B. O estádio teria maior capacidade que o primeiro, haja vista que a torcida alviverde comparece mais nos jogos do time na segunda divisão, quando o ingresso custa uma lata de Nescau. O estádio se chamaria De Souza, em homenagem ao ídolo Alexsandro de Souza, que jogou no Coritiba.

Por fim, o terceiro estádio seria apenas para jogos dos juniores do Coritiba. O estádio se chamaria Alex, em homenagem ao únic… digo, ao melhor jogador revelado nas categorias de base do verdão, Alex, que jogou no Coritiba.

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A redação

Na manhã deste domingo, um frustrado torcedor atleticano extremista xiita tentou explodir o futuro estádio da Copa 2014. Desolado com a primeira notícia que este blog forneceu neste sábado e ciente de que seu time perderia de goleada para o Avaí, o maníaco adentrou o Couto Pereira com 50 kg de explosivos plásticos, 100 bananas de TNT, uma bomba nuclear e 25 caixas de biriba e detonou todos os artefatos ao mesmo tempo no meio-terceiro-anel do glorioso estádio, tentando impedir a inevitável conclusão da casa coxa-branca antes do meio estádio.

Pequena área afetada pelo xiita atleticano: região só foi danificada porque já estava um pouco debilitada pela concentração de mijo na estrutura

A ação só não foi danosa porque o diretor do esquadrão anti-terrorismo do FBI (Federal Bureau of Irbuscaropapeldevolta) , Vilson Ribeiro Máquina Mortífera, conseguiu isolar completamente a área. “Evacuamos os torcedores do prédio anunciando pra eles que o Alex estava dando autógrafos na portaria” – diz o diretor. “Só sobraram por ali as baratas das lanchonetes, mas elas resistiram à explosão nuclear tranquilamente.” – disse.

Além disso, o plano maquiavélico foi inútil, pois o estádio originalmente foi concebido com tecnologia japonesa, resistente a desastres nucleares e terremotos (tecnologia conhecida como balança-mas-não-cai). O novo Couto Pereira, quando for levantado para a Copa do Mundo, além de conter estas tecnologias, ainda será resistente a outras tragédias como arremesso de papel higiênico na entrada do adversário e ataques furiosos de primatas contra policiais.