A redação

O Campeonato Paranaense teve seu primeiro turno findado no domingo de maneira melancólica e inesperada, com o Atlético campeão mesmo com o favoritismo coxa-branca. Pois nem começou a segunda etapa do campeonato e a FPF já começou a escancarar sua torcida para o time da Baixada quebrar o jejum de títulos. Em uma manobra de favorecimento ao Atlético, a Federação colocou o clube numa sequência de jogos em Curitiba, o que facilitará muito a vida dos jogadores atleticanos, que não terão de viajar longas distâncias até Paranaguá, Ponta Grossa e outras cidades que ficam a mais de cinco mil quilômetros de distância de Curitiba.

Atlético no segundo turno do Paranaense: folga e mordomia

A maracutaia da Federação não teria sido publicada por nós se o Coritiba tivesse sido campeão do primeiro turno só foi percebida agora pela imprensa e pela diretoria do verdão, que já se manifestou a respeito do favorecimento através do presidente VRA: “Já está bem claro, com todos os recentes ‘erros’ de arbitragem contra o Coritiba, quem a Federação quer que seja campeão” – afirma o presidente. “Por sorte, nossos jogadores já estão acostumados com fusos-horários adversos, já que fizemos nossa pré-temporada em Foz do Iguaçú”.

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O Investidor apurou ainda algo mais preocupante para a nação alviverde. Não apenas o Atlético é beneficiado, mas o Coritiba é o clube que mais viajou neste campeonato. A distância do CT da Vila Zumbi até a primeira civilização cristã ortodoxa mais próxima é de aproximadamente 500 km, o que coloca o Coritiba no Guinness como “time com CT mais na casa do caralho do mundo”. A marca histórica será comemorada no dia da inauguração do CT de Campina Grande do Sul e, por conseqüência, no dia em que o Coritiba baterá seu próprio recorde.

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A redação

O desespero começou a bater à porta do Atlético no ano de 2012. Após perder a liderança do Campeonato Paranaense e ver a diretoria do Coritiba ir para a Holanda fumar um baseado e ver puta na vitrine em busca de um modelo e de um investidor para o Novo Couto, o clube da Baixada teve que suportar a vergonha de não ter dinheiro para pagar o aluguel de uma perfuratriz – fato que pode parar completamente o andamento dos trabalhos e abrir brecha pro novo estádio coxa-branca virar, definitivamente, o Plano A para a Copa 2014 em Curitiba.

Nem com ajuda do governador-escavador-minerador o Atlético consegue tocar a obra

Segundo apurou a redação do Investidor, a máquina pertence à empresa Vilsonsc, de Santa Catarina (sede em Joinville), que além de prestar serviços pro estádio do Atlético, também está envolvido em outras obras pra Copa 2014, como por exemplo, o sistema de esgoto do Couto Pereira. Segundo o dono da empresa, Vilson Roçadeira, o Atlético deveria pagar R$ 250 mil por dia de locação do trator, pois se trata de uma máquina muito grande, trepidante, e com fedor de urina, o que encarece um pouco o preço do aluguel. Ainda há uma taxa adicional quando chamarem a Vilsonsc de Golfinhosc, nome fantasia da empresa. Os contadores da redação do Investidor Estrangeiro chegaram à conclusão que o Atlético deve para a empresa catarinense algo entre 100 reais e 2 bilhões de dólares.

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Cabeças já rolaram dentre os responsáveis pela obra graças a este incidente da falta de pagamento, como por exemplo, o Arquiteto formado em Engenharia Civil pela Universidade de Direito da Contabilidade Econômica Médica de Curitiba, Flávio Vaz. O repórter Jair Salva também apurou que o elenco do Atlético estaria rachado graças aos incidentes com a máquina, sendo Paulo Baier o líder da panela.

Por Bill Rock

Olá amigos leitores do Investidor!

Começo essa coluna me desculpando pela ausência da minha coluna na rodada anterior – melhor rodada do campeonato até aqui, com uma derrota acachapante do Atlético e uma vitória esmerilhante do alvinegro paranaense – mas eu também sou filho de Vilson e aproveitei o feriado viajando pra minha querida Joinville onde passei grandes momentos em 2010.

Mas deixando de lado a nostalgia e a depressão pós-feriado, vamos ao que interessa.

Apesar de ter firmado aqui o compromisso de escrever sobre os jogos da TV, acho que fica inevitável deixarmos isso de lado pra falarmos sobre o clássico AtleTIBA. Não que o Cianorte não seja digno de comentários. Muito pelo contrário, afinal foi um dos poucos times que conseguiu arrancar um empate (na mão grande, obviamente, mas isto é culpa da arbitragem) contra o Coritiba. Mas o maior jogo do estado tem que ser destacado.

Ainda mais quando o jogo conta, novamente, com polêmica e – adivinhem – Coritiba prejudicado.

O clássico foi disputado na Vila Capanema, tendo o Ministério Público decidido que seria o primeiro jogo da história do confronto que teria torcida única. Ao olhar o estádio Durival Britto e Silva, lembrei-me quase instantaneamente do Coliseu, onde os cristãos eram atirados em meio a uma multidão de pagãos para virarem comida de leão. Assim entrou em campo o Coritiba: desfalcado de seu maior patrimônio.

Do outro lado, entrou o Atlético com tudo pra vencer: torcida, time na liderança e árbitro a seu favor. E a tônica do jogo não poderia ser outra: o Atlético pressionou muito ao longo da primeira etapa, em vários lances de sorte, pois a zaga coxa branca neutralizava tudo. A torcida atleticana teve a cara de pau de reclamar de um pênalti em Bruno Mineiro, num lance onde claramente o avante rubro-negro enfia uma nucada no cotovelo de Pereira, e aí houve a primeira falha grave de Heber no clássico: não expulsar o atacante atleticano. O Coxa ainda lutou bravamente contra os leões investindo em lindos lances de bola parada, mas não foi o suficiente para furar a retranca atleticana. Fim de primeiro tempo, tudo igual.

No segundo tempo o verdão voltou melhor, como era de se esperar, e não demorou muito pra que Heber aparecesse mais uma vez no jogo. Em um lance dentro da área atleticana, dois jogadores atleticanos atiraram com armas de grosso calibre em Rafinha, que foi ao chão alvejado pedindo penalti. Protesto negado pelo juiz Heber, que mais uma vez falhou, e ainda coroou sua apresentação expulsando um dos melhores jogadores do verdão aos 45 minutos do segundo tempo e o deixando de fora do próximo jogo.

Resta para o Coritiba juntar o papel os cacos e torcer contra Atlético e Cianorte na última rodada pra tentar o título do turno. Para o Atlético, resta comemorar a noite desastrosa de Héber Roberto Lopes e a conivência da polícia e do STJD com as atrocidades de sua torcida, conforme foi apurado no blog ontem.

Bom, é isso! Espero que interpretem bem de acordo com seus critérios esta coluna, e estou certo de que estarei aqui semana que vem trazendo a análise da derradeira rodada do primeiro turno.

A redação

Recorde mundial de vitórias seguidas, marca registrada e que dificilmente será batida no livro dos recordes. O ano de 2011 foi realmente glorioso para o Coritiba. Mas o ano de 2012 poderia ser melhor? Ao que tudo indica, sim. A torcida coxa branca mostrou que é referência para o mundo e inspirou outra torcida, do time egípcio (e também alviverde) Al-Masry, a promover um espetáculo inesquecível no mundo do futebol.

Escudo que remete a Alemanha nazista e cores verde e branca: time egípcio tem muitas semelhanças com o Coritiba

“Estamos muito orgulhosos com esta homenagem e pretendemos estender nossos laços de amizade com o time egípcio, quem sabe até promovendo um intercâmbio de informações sobre armamento rústico, táticas de guerrilha e outros pontos de grande importância” – destaca Vilson Ribeiro, presidente do Coritiba. Quando questionado se tinha medo do “aprendiz superar o mestre”, o presidente respondeu politicamente: “Só vamos saber se um dia sairmos na mão com eles (risos)”.

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E a diretoria do Coritiba realmente se mostrou disposta a criar uma parceria com o Al-Masry. Já está nos planos do verdão um amistoso contra o time egípcio. O clássico já tem até nome: “Terceira Guerra Mundial”. Para a eventualidade do jogo realmente acontecer, o exército americano já estuda quantas ogivas serão necessárias pra manter a paz e a segurança no estádio Couto Pereira. A parceria entre os times também prevê a colaboração de Vilsej Hibeiroaj, arquiteto das pirâmides e vice-presidente do Al-Masry, no projeto do Novo Couto, que terá uma vida útil de mais de 5 mil anos e poderá receber o corpo embalsamado do Faraó Evangelino Neves. Por fim, o presidente do Coritiba se mostrou solidário aos egípcios ao oferecer o estádio Couto Pereira pra eles mandarem seus jogos caso sejam punidos, o que fatalmente deve acontecer já que o promotor do caso é o renomado Poddlejad Schmidteh.

A redação

O ano de 2011 parece não ser grande o suficiente para conter todas as trapalhadas rubro-negras. Após uma rodada onde o Atlético Goianiense perdeu em plena Arena, marginais viciados atleticanos invadiram o prédio da reitoria da UFPR reivindicando, entre outras coisas, o financiamento do seu estádio com dinheiro do IPTU. “Vamos vandalizar tudo aqui, tá ligado, se não financiarem essa porra ae com dinheiro do povo. ESTÁDIO DE GRAÇA! VIVA LA REVOLUCION!!!!” – bradou o líder dos marginais.

Maconheiros atleticanos sem neurônio invadem reitoria da UFPR

O reitor da UFPR, professor Zelindo Pessoa, manifestou-se contra o movimento nesta terça-feira: “para intelectuais que, como eu, lutam pela isonomia e pelo correto investimento do suado dinheiro do povo, é vergonhoso ver marginalizados como esses cidadãos tomando de assalto um prédio público com um interesse tão mesquinho.” – reclama o reitor. “Deviam seguir o exemplo ordeiro das torcidas do Coritiba, sempre pacífica em seus protestos, e da torcida do Paraná Clube também – pra ser justo e isonômico – que nunca fez mal a ninguém e mal vai ao estádio para não causar muita confusão.” – finaliza.

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Com a possibilidade de perder 50 mandos de campo, o Atlético mirou na cidade que poderia abrigar seus jogos, que seria Joinville, mostrando definitivamente que o Coritiba está anos à frente do rival, que apenas se limita em imitá-lo. A prefeitura de Joinville, porém, já desloca cavalaria, exército, marinha, aeronáutica e prepara 4 ogivas nucleares para evitar que Atlético sequer cogite a possibilidade de jogar na cidade que já foi palco dos espetáculos alviverdes. “Estamos acostumados com a pacificidade da torcida do Coritiba, que além de tudo é ordeira e, quando atira um simples papel no chão, o recolhe de volta, pensando no bem da cidade.” – diz o prefeito da cidade.