Por Bill Rock

Olá, amigos do site Investidor Estrangeiro!

Na rodada do meio de semana não pude escrever para vocês, pois estive muito envolvido nos festejos fora de época em Curitiba. Depois de comemorar a páscoa fora de época com a ressurreição de Alex, o título do segundo turno do Paranaense fora de época conquistado pelo Coritiba logo na primeira rodada (pois é claro que o Atlético não irá mais alcançar o alvinegro) e o ano novo fora de época na Praça da Espanha, pouco me sobrou tempo pra escrever, mas aqui estou neste domingo pra comentar a segunda rodada do segundo turno, do segundo campeonato seguido em que o coxa até agora está invicto. Nada mais justo, então, do que analisarmos o jogo do Botafogo Coritiba.

A partida começou muito quente, sob um sol quente, e um clima quente de decisão em campo. O Coritiba só dependia de si pra chegar ao recorde de 964 empates numa única edição do Campeonato Paranaense. O Corinthians queria atrapalhar a festa e o jogo foi muito marcado e sem grandes emoções até os 30 minutos, quando o meia Tcheco cobrou falta com perfeição na cabeça de Pereira, que só teve o trabalho de desviar pro fundo das redes. Um golaço de jogada trabalhada mostrando toda a coletividade do verdão. Alguns minutos depois, em mais uma linda jogada repleta de trocas de passes envolventes, Tcheco chuveirou mais uma vez na área e desta vez quem estava lá pra conferir era o zagueiro Emerson. Golaço. Pouco antes do fim do primeiro tempo, porém, Bruno Batata recebeu em posição claramente irregular e descontou para o Corinthians. O tira teima mostrou que o jogador estava aproximadamente na entrada do Parque Barigui, portanto muito adiantado em relação ao zagueiro. Falha grave da arbitragem, e assim se encerrou o primeiro tempo.

No segundo tempo, o técnico Marcelo Oliveira esporreou geral seus jogadores e promoveu alterações em busca de garantir o empate. As alterações foram boas e o Corinthians passou a dominar completamente as ações do jogo, sem conseguir, entretanto, marcar um gol.

Por volta dos 40 minutos do segundo tempo, Pereira chamou a responsabilidade de garantir o empate e deu uma tesoura na carótida do jogador do Corinthians Paranaense dentro da área. Apesar da quantidade de sangue espalhada no chão, o juiz – que também é legista do IML – pareceu não ficar impressionado e mandou o jogo seguir, prejudicando mais uma vez o alvinegro. Fim de jogo, vitória coxa-branca e frustração do aniversariante Marcelo Oliveira pelo resultado.

"Hoje não empatemo" 😦

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Por Bill Rock

Ó lá, ou melhor, olá, leitores do Investidor! Volto com mais uma análise da rodada do Paranaense, desta vez com mais um jogo do Botafogo, opa, quero dizer, do Coritiba. Desculpem, estou meio confuso hoje. Acho que aquele muleque ali da imagem abaixo tirou um pouco da minha concentração.

Muleque do caralho

Enfim, o jogo do Coritiba como sempre foi repleto de emoção e lances de favorecimento da arbitragem para o time adversário, lamentavelmente.

O primeiro tempo foi de domínio absoluto do negão, digo, do verdão. Apesar de jogar muito mais que o adversário, a vantagem no placar só foi obtida ao fim da primeira etapa, numa jogada típica da máquina do mal alviverde, digo, alvinegra. Rafinha, apontado por muitos como o “sucessor do Richie McCaw dos All-Blacks, digo, sucessor do Léo Gago do Coritiba”, mandou um passe de 50 metros em profundidade buscando o futebol de Junior Urso, apontado por muitos como o “sucessor do ursinho pimpão”, que chegou como elemento surpresa e mandou um balaço sem chances de defesa. O tira-teima em 3D na televisão mostrou que o chute chegou aos 200 km/h e que a bola teve que engatar a segunda marcha pra não estourar o conta-giros.

No segundo tempo, o Coritiba voltou abatido pela ausência da tradicional entrada de Tcheco no intervalo, e graças a isso o Cianorte conseguiu, num lance de muita sorte, empatar. Numa tentativa de cruzamento, a bola foi direto pro gol de Vanderlei, apontado por muitos como o “sucessor do Edson Vascos” , que nada pôde fazer. Perto do fim do jogo, a polêmica: o juiz marcou um pênalti – claríssimo, diga-se de passagem – em cima de Rafinha. A imagem da TV mostra a truculência do jogador do Cianorte, que deu uma calçãozada na mão de Rafinha, tirando o equilíbrio do craque coxa-branca. Lance pra pênalti e expulsão. O pênalti foi marcado, mas a expulsão foi esquecida pelo árbitro, prejudicando o Coritiba, que abalado pela falta de escrúpulos do juiz perdeu o pênalti e não conseguiu vencer o jogo.

Juiz da partida é oriundo do Pride GP e não pune violência

Porém, a marca de mais de 1 milhão de jogos invicto no paranaense segue inabalável!

Enfim, amigos, era isso o que eu tinha pra falar do jogo de hoje. Mas com todos esses fatos desfavorecendo o coxa, fica a pergunta:

REFLITÃO