A redação

O Coritiba não para de levar fumo no Campeonato Brasileiro e já se encontra perto da ZC (Zona de Conforto – local onde o Coritiba já está acostumado a transitar nas últimas edições do brasileirão). A situação ruim do time, que já está rendendo ao time o apelido de Leão-de-Chácara (cuidando da porta da zona), já começa a preocupar a diretoria coxa-branca.

Vilson está próximo de apresentar o “Plano W” para a Copa em Curitiba

“Este ano está complicado.” – afirma VRA – “Já anunciamos 4 Novos Coutos, 32 Novos Pinheirões e a conclusão do 3º anel 53 vezes. Nosso estoque de notícias ilusórias pós-derrota já está ficando escasso”. Segundo o dirigente, o clube pretende anunciar amanhã (após um empate com o São Paulo graças à péssima atuação da arbitragem mais uma vez) que o número de sócios subiu para 1,34 bilhão no mundo todo para dar uma animada na torcida.

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Agora a diretoria do Coritiba vai se reunir com a imprensa local para definir novas estratégias para iludir seu torcedor. Dentre as possíveis ideias estão: lançar notícias sobre dinheiro público investido na Arena, uma entrevista com Marquinhos Santos dizendo que mira no G10 e o retorno do Alex.

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Por Bill Rock

Finalmente a torcida do Coritiba pôde soltar o grito preso na garganta! Nesta quarta-feira histórica para o futebol paranaense, o Coxa fez uma partida fantástica na decisão da Copa do Brasil e trouxe para o Alto da Glória o título de bi-vice-campeão do torneio!

Green Hell Tecnológico – Simplesmente… isso aí.

A partida foi iniciada com um verdadeiro espetáculo da nação alviverde, conforme antecipamos aqui no Investidor Estrangeiro. O show de fumaça, luzes, pisca-pisca e lanternas verdes embelezou o estádio no momento da entrada do time em campo. O único problema foi que a festa se iniciou acidentalmente quando o Palmeiras adentrou o gramado, mas não foi nada que estragasse o espetáculo. A torcida também mostrou sua receptividade ao entoar um sonoro “verdão eô” em homenagem ao time do Palmeiras, que é o time que efetivamente joga de verde.

A partida começou tensa para o Coritiba, que viu o Palmeiras chegar com perigo ao gol num chute da entrada da grande área que culminou em uma espetacular defesa de Vanderlei. Logo depois, na primeira bola parada do jogo, Marcos Assunção cruzou na medida para Betinho, que acabou isolando. A pressão palmeirense não cessou e em uma falta no fim do primeiro tempo, Marcos Assunção mandou uma piroca um chute a mais de 30 centímetros metros de distância, assustando o goleiro Vanderlei . No momento do lance, Demerson – o zagueiro beijoqueiro – ficou perplexo com o alcance do chute de Marcos Assunção e decidiu marcar o jogador mais de perto.

Apesar dos percalços, o jogo terminou sua primeira etapa empatada em 0 x 0.

 No segundo tempo, Marcelo Oliveira modificou a equipe visando garantir o resultado de empate e colocou Lincoln em campo pra cadenciar o jogo. E foi numa falta sofrida por ele que o Coritiba tomou um susto. O lateral do Coritiba, Ayrton (que também entrou no segundo tempo, desavisado), cobrou direto e acabou marcando um gol acidentalmente. Coube então a Roberto virar o herói do jogo ao fazer uma falta grosseira e cretina em frente à área do Coritiba. Marcos Assunção cobrou e Betinho desviou para o fundo das redes, assegurando o empate. Marcelo Oliveira comemorou emocionado.

A partir daí a equipe coxa-branca jogou administrando o resultado e, quando o jogo terminou, uma verdadeira festa tomou conta das arquibancadas do Couto. O time conquistou o inédito bi-vice e entrou pro Guinness mais uma vez como “único time a mimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimiojuiznãomedeugolimpedidodesssavezeeutomeinocu no mundo”.

Por Bill Rock

Ó lá, amigos! Estou de volta, finalmente, pra falar sobre o nosso futebol paranaense. E falarei sobre uma partida que não vai sair tão cedo da memória dos torcedores do Coritiba.

Vergonhosa. Talvez esta seja a única palavra que possa definir a primeira partida da final da Copa do Brasil 2012 entre o verdão e o alvinegro. Em um jogo dominado pelo Coritiba, o time só não voltou para casa com uma vantagem no placar graças à atuação lamentável e parcial do árbitro do jogo.

A partida começou com um verdadeiro massacre do Coritiba, que entrou com os tradicionais 3 volantes e lutando pelo empate, como é característico do time bem treinado por Marcelo Oliveira. A equipe anulou o ataque palmeirense e teve as melhores chances de gol. Junior Urso quase abriu o placar após uma arrancada no estilo Maradona. O gol não veio porque a finalização foi no estilo Anderson Aquino.

Na sequência, numa bola em que o zagueiro palmeirense tentou rifar, Everton Ribeiro dividiu de canela e mandou um lindo balão para a área. Everton Costa se atrapalhou na finalização porque viu Demerson esperando atrás do gol pra lhe dar um selinho de comemoração e ficou muito emocionado, desperdiçando a chance.

Ao final do primeiro tempo, o golpe (literalmente). O jogador do Palmeiras, Betinho, deu um golpe de judô em Jonas dentro da área do Coritiba. Para um árbitro de ponta como Héber Roberto Lopes, seria falta e o jogador do Palmeiras expulso na hora, cabendo até uma anotação na súmula pela violência do lance. Mas para o árbitro da partida, houve pênalti para o Palmeiras. Valdívia converteu e botou o Palmeiras em vantagem injustamente.

No segundo tempo, o teor da partida não mudou. O Coritiba voltou muito melhor, mas seguia esbarrando na falta de escrúpulos do árbitro. E não deu outra.  Em uma falta mal marcada, Marcos Assunção cruzou na área, a bola desviou em Lincoln e sobrou para Thiago Heleno marcar. No tira-teima foi possível ver que o jogador palmeirense estava em posição legal, mas um bandeirinha realmente bom (como aqueles que auxiliam os jogos do paranaense) teria marcado o impedimento sem pestanejar.

Com a vantagem de dois gols no placar, o Palmeiras se soltou no jogo, mas deu espaço para o Coritiba que mais uma vez foi prejudicado pelo árbitro, que não marcou um pênalti claro na xiliquenta no jogador Tcheco. E assim, com uma sensação de completa injustiça, o Coritiba perdeu a primeira partida da grande decisão, ficando agora mais perto do bi-vice-campeonato.

Cabe, agora, à diretoria do clube chorar tomar as medidas necessárias para que um árbitro competente apite a partida de volta.

Ps: tive que formatar meu computador recentemente e não achei boas imagens pra ilustrar esta coluna, então vai essa abaixo mesmo.

mimimimimimimimimsnifsnifsnifbuaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

A redação

Não está fácil a vida do Coritiba no Brasileirão 2012. Apesar do time não estar numa posição ruim, um sério problema de adaptação está complicando a vida do Coritiba: conviver com arbitragens que não o favorecem.

E ninguém cala…

Pela segunda vez no campeonato, a diretoria do Coritiba veio a público chorar reclamar pelos erros de arbitragem. No jogo contra o Botafogo, Vilson Ribeiro se exaltou e, além de chamar os torcedores do Coritiba de imbecis, ainda criticou fortemente a arbitragem. Agora foi a vez de Felipe Ximenez, diretor de futebol, tecer críticas sobre a atuação vergonhosa do árbitro: “não admito outro árbitro que não seja o Héber Roberto Lopes na próxima partida! Onde já se viu jogar uma partida onde só marcam um pênalti pra gente e não validam nenhum gol impedido pra nós?” – afirmou o dirigente coxa-branca, visivelmente exaltado.

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Agora o Coritiba se prepara ao longo da semana para encarar o Sport Recife – último embate antes do primeiro jogo da final da Copa do Brasil, onde o Coritiba buscará o bi-vice. Ou melhor, não buscará, pois já o conquistou segundo o site oficial da competição, que anunciou que o Palmeiras só aguarda os próximos 180 minutos pra levantar o caneco (http://www.copakiadobrasil.com.br/noticias_exibe/94/valdivia-vira-heroi-da-classificacao-a-final).

A redação

Não demorou muito para o Coritiba fazer as pazes com a vitória no brasileirão. Após uma primeira rodada onde foi prejudicado pela arbitragem e acabou derrotado pelo Internacional, o Coritiba voltou a jogar bem e venceu diante dos seus imbecis torcedores.

Jogadores do Botafogo reclamam da arbitragem

A torcida compareceu em peso na bonita tarde de domingo para apoiar o time. Na entrada em campo, o Coritiba foi recebido com uma chuva de papeis higiênicos. Porém, a partida começou com um susto – aos 30 segundos, o Botafogo marcou seu primeiro gol num lance de sorte, onde a bola desviou no zagueiro coxa branca (não sabemos identificar direito se era o Emerson ou o Demerson) e impediu a defesa de Vanderlei. Mas o coxa não demorou a empatar. Em jogada de Roberto (acho), o atacante cruzou no meio para o lateral direito Jonas (de visual novo, com cabelo grande) estufar as redes.

A virada, então, veio ao natural. Em jogada de Lucas Mendes (também de visual novo, estilo Sideshow Bob) pela esquerda, o goleiro do Botafogo deu rebote nos pés de Sérgio Manoel, que mandou pro fundo do gol em posição completamente legal, apesar dos protestos do time adversário.

No segundo tempo, o coxa voltou sonolento e permitiu o empate. Em cruzamento na área, um jogador do Botafogo apareceu livre no meio da área pra mandar pro gol. Mas o jogo não estava acabado e o Coritiba ainda lutava. E a recompensa veio ao final do jogo, quando em jogada pelo lado direito, Jonas apareceu mais uma vez pra marcar o terceiro gol do Coritiba no jogo e dar a primeira vitória ao time do Alto da Glória.

Espera, como é que é, produção? O time de preto era o Botafogo?

Não, calma…

Então a chuva de papel no começo do jogo… Peraí, tá errado. Pega o papel de volta!

E essa arbitragem? Que vergonha, meu deus! Que vergonha!

Em pé: Vaaaaaaaaaaaanderlei, Héber Roberto Lopes, Leandro Junior Hermes, Luiz Alberto Alves de Abreu, Tcheco e Antonio Denival de Morais.

Enrabados: Edivaldo Elias da Silva, Antonio Valdir dos Santos, Evandro Rogério Roman, Tcheco e Tcheco.

De cócoras: dois muleques aleatórios.

Porta-bandeira: Guél.

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A redação

Não dá pra elogiar. Após fazer seu papel e colocar o gordo competente Evandro Rogério Roman para apitar a primeira partida da final do paranaense, a FPF volta atrás e decide favorecer o choro atleticano colocando para apitar o jogo decisivo um árbitro declaradamente atleticano, Adriano Milekdasijdiwjeasdkllqoijeavicz.

Árbitro da final é atleticano roxo

Este ano o árbitro já fez das suas pra prejudicar o Coritiba. Num jogo contra o Cianorte, Milaskdaslkdaksjdlkasjçoiwejoivicz expulsou apenas dois jogadores do adversário, que estava batendo a torto e a direito e merecia ter não só o time inteiro expulso como também os reservas, a comissão técnica e a torcida. O Coritiba, que tem alma guerreira, passou por cima desta adversidade e venceu o jogo mesmo assim.

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Apesar de o controverso árbitro ser escolhido, a torcida do Coritiba já afirma que não vai chorar e que vão ganhar na bola. Imagens estão sendo compartilhadas no Facebook com a foto do árbitro assistindo a um jogo na Baixada, mas ninguém vai chorar. Ninguém mesmo. Aliás, nós aqui do site também não estamos chorando não. É só constatação. Mas que esse juiz vai apitar a favor dos poodles, isso vai. Tá na cara dele. NA CARA.

Por Bill Rock

Olá, leitores do Investidor!

Peço desculpas por escrever meu texto tão tarde da noite, mas estive preso num congestionamento no centro da capital. Acontece que Curitiba amanheceu alagada hoje. Alagada de lágrimas pelo choro atleticano após mais um massacre do Coritiba em seus domínios. Mostrando mais uma vez que não sabe perder, o clube da Baixada se limitou a reclamar da arbitragem, mesmo após uma grande exibição do trio destacado para este importante jogo.

O primeiro jogo da grande final foi disputado na Vila Capanema e contou com presença diminuta de torcedores do Atlético, enquanto a torcida coxa-branca lotou seu espaço e ainda alocou cadeiras extras no Viaduto do Capanema pra dar conta de sua enorme massa que foi apoiar o alvinegro. E com tamanha força vinda das arquibancadas, não tardou a sair o gol coxa. Em linda jogada individual, Everton Ribeiro conduziu a bola do meio de campo até a intermediária (igual ao Maradona) e finalizou de bico (igual ao Ronaldinho) mandando sem chances de defesa pro goleiro Barney Vinícius do Atlético. Uma pintura! E após imitar tantos craques em uma única jogada, na comemoração o jogador coxa branca homenageou os craques Rafael Silva e Demerson, dando um selinho simbólico em sua chuteira.

Porém, 5 minutos depois veio o golpe de sorte atleticano. Após uma furada de Bruno Furlan (que já deveria ter sido expulso por um lance no começo do jogo, onde ele enfiou uma CARADA desleal no joelho de Lincoln, conforme podem ver no vídeo abaixo), Bruno Mineiro marcou o gol de empate atleticano. E assim terminou o primeiro tempo do clássico, com um empate apesar do domínio alviverdenegrolaranja.

Para o segundo tempo, as equipes voltaram no mesmo ritmo. O Coritiba pressionava e jogava um futebol show, enquanto o Atlético vivia de lances fortuitos. E foi num desses lances que Ricardinho chutou e contou com a falha de Vanderlei para que no rebote a bola sobrasse livre para Martin Liguera marcar. Virada atleticana, injusta.

Logo após, muita confusão: após Tcheco dar um leve tranco que lançou Manoel dois metros pra frente, o jogador coxa branca conseguiu recuperar a bola e cruzar na área. Bruno Costa mostrou ser melhor goleiro do que o titular Horácio Vinícius e fez uma ponte pra defender a bola. Pênalti claro não marcado pelo árbitro, mas uma falha aceitável pois o juiz fazia uma grande arbitragem até então. Logo após, Zezinho deu uma paulistinha em Lucas Mendes na área do Coritiba e pediu pênalti. Roman acertou ao não marcar, mas falhou ao não punir o jogador com cartão vermelho por simulação.

E de nada adiantou reclamar, pois no fim do jogo, Anderson Aquino recebeu uma bola linda de Emerson em profundidade e, em posição legal (conforme imagem abaixo) meteu pro fundo do balaio, decretando números finais à partida.

Apesar da reclamação, 3 jogadores do Atlético davam condição para Aquino

Com o empate, o Atlético chora e já sabe quem será o campeão na semana que vem, quando Héber Roberto Lopes provavelmente  será sorteado após mostrar seu belo serviço neste fim de semana apitando a decisão do campeonato cearense (http://globoesporte.globo.com/ce/futebol/campeonato-cearense/noticia/2012/05/arbitragem-foi-desastrosa-diz-pc-apos-ser-expulso-em-classico-rei.html).

 A redação

Após muito ajudar o Atlético ao longo do Campeonato Paranaense, a Federação Paranaense de Futebol finalmente tomou uma atitude digna de um órgão supostamente imparcial. Adotando uma posição pró-estado-do-Paraná, a entidade ignorou o “choramingo” do clube da baixada por árbitros de outros estados e depositou confiança na arbitragem paranaense para as finais do campeonato.

Árbitros da FPF tiveram palestra motivacional com Edilson Pereira de Carvalho nesta sexta feira

“Os árbitros paranaenses são muito capacitados.” – afirma Vilson R. Andrade, presidente do Coritiba – “Ficamos sabendo que o sorteado para o primeiro jogo foi o Roman e acreditamos que ele seja um dos mais competentes árbitros do país. Nunca nos prejudicou e temos certeza de que não nos prejudicará.” – finalizou. Ao saber dos elogios, Roman se sentiu lisonjeado e agradeceu ao gentleman presidente alvinegro: “os elogios só me incentivam a fazer um trabalho ainda melhor. Não apito pelos times, apito pelas cores da bandeira do nosso estado” – disse o árbitro.

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Para o ano que vem a FPF já planeja um novo regulamento a fim de facilitar as arbitragens em Atletibas. Como o time do Atlético mostra constantemente desequilíbrio e falta de espírito esportivo, o clube da baixada entrará nos clássicos com um jogador a menos. Assim, os árbitros não serão culpados pela falta de fair play dos jogadores atleticanos.