Por Bill Rock

Ó lá, ou melhor, olá, leitores do Investidor! Volto com mais uma análise da rodada do Paranaense, desta vez com mais um jogo do Botafogo, opa, quero dizer, do Coritiba. Desculpem, estou meio confuso hoje. Acho que aquele muleque ali da imagem abaixo tirou um pouco da minha concentração.

Muleque do caralho

Enfim, o jogo do Coritiba como sempre foi repleto de emoção e lances de favorecimento da arbitragem para o time adversário, lamentavelmente.

O primeiro tempo foi de domínio absoluto do negão, digo, do verdão. Apesar de jogar muito mais que o adversário, a vantagem no placar só foi obtida ao fim da primeira etapa, numa jogada típica da máquina do mal alviverde, digo, alvinegra. Rafinha, apontado por muitos como o “sucessor do Richie McCaw dos All-Blacks, digo, sucessor do Léo Gago do Coritiba”, mandou um passe de 50 metros em profundidade buscando o futebol de Junior Urso, apontado por muitos como o “sucessor do ursinho pimpão”, que chegou como elemento surpresa e mandou um balaço sem chances de defesa. O tira-teima em 3D na televisão mostrou que o chute chegou aos 200 km/h e que a bola teve que engatar a segunda marcha pra não estourar o conta-giros.

No segundo tempo, o Coritiba voltou abatido pela ausência da tradicional entrada de Tcheco no intervalo, e graças a isso o Cianorte conseguiu, num lance de muita sorte, empatar. Numa tentativa de cruzamento, a bola foi direto pro gol de Vanderlei, apontado por muitos como o “sucessor do Edson Vascos” , que nada pôde fazer. Perto do fim do jogo, a polêmica: o juiz marcou um pênalti – claríssimo, diga-se de passagem – em cima de Rafinha. A imagem da TV mostra a truculência do jogador do Cianorte, que deu uma calçãozada na mão de Rafinha, tirando o equilíbrio do craque coxa-branca. Lance pra pênalti e expulsão. O pênalti foi marcado, mas a expulsão foi esquecida pelo árbitro, prejudicando o Coritiba, que abalado pela falta de escrúpulos do juiz perdeu o pênalti e não conseguiu vencer o jogo.

Juiz da partida é oriundo do Pride GP e não pune violência

Porém, a marca de mais de 1 milhão de jogos invicto no paranaense segue inabalável!

Enfim, amigos, era isso o que eu tinha pra falar do jogo de hoje. Mas com todos esses fatos desfavorecendo o coxa, fica a pergunta:

REFLITÃO

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